WHAT'S NEW?
Loading...
É com pesar que anunciamos o falecimento do técnico e ex diretor da modalidade (na federação paraibana):  Humberto Barros que representou e desenvolveu com grande dignidade o badminton e o parabadminton no Distrito Federal e no estado da Paraíba.

O ParabadmintonBrasil se solidariza com os familiares e amigos  com o a perda do  técnico Humberto Barros.


Movido por uma matéria na TV, onde a história da atleta carioca Renata Faustino  foi apresentada, Humberto decidiu utilizar a modalidade Badminton para trabalhar com alunos com deficiência auditiva na Associação CETEFE (Centro de Treinamento de Educação Física Especial) no Distrito Federal, 



Como não tinha muito conhecimento sobre a modalidade, Humberto procurou a Federação de  Badminton de Brasília - FBB com o objetivo de conseguir orientações e suporte, ele voltou da Universidade de Brasília (UnB) - local onde a federação se reunia para treinamento    -  com 8 raquetes, uma rede e um tubo de peteca, empolgado, essa ajuda da FBB foi para ele a confirmação de que não era somente um sonho.

Foto: Acervo pessoal

No final de 2006 e início de 2007 o desafio foi atrair os alunos com surdez para frequentarem as aulas, várias escolas receberam a presença do professor, as visitas eram realizadas juntamente com o professor Létisson Samarone que buscava alunos com deficit intelectual para a modalidade futsal.

No final do mês de abril, Humberto se desentende com a direção da CETEFE e saí da instituição indo para uma escola de educação básica onde utilizava o badminton como meio pedagógico. A continuidade do trabalho no CETEFE ficou a cargo do professor Létisson que passou a receber alunos com outras deficiências, surgindo o parabadminton no Brasil.


 No início de 2008 ele se transfere para o Centro de Apoio ao Surdo - CAS onde introduz o badminton na educação física dos alunos com surdez. Após alguns anos, Humberto passa a trabalhar em uma escola de ensino fundamental onde por falta de estrutura física, ele colocava alunos no seu carro e levava os alunos (sem deficiências) para treinarem badminton  com o Cristiano Chew (atual presidente da FBB).

Foto: FEBAPB

Após se aposentar da função de professor de educação física da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Humberto se muda para a cidade de João Pessoa - PB, onde passa a colaborar com a FEBAPB assumindo a função de diretor de desenvolvimento de Parabadminton (2013-2016) paralelamente com a função de treinador.


A última participação de Humberto como treinador em competições nacionais foi em 2015, entregou o cargo de diretor da Federação de Badminton da Paraiba no final da gestão em 2016 e  em 2017 ele teve que se afastar do esporte para cuidar de complicações decorrentes de um AVC que o deixou bastante debilitado e recluso. 



A Federação de Badminton de Brasília - FBB fez a sua homenagem em sua fanpage   definindo Humberto como uma pessoa  de "gênio forte e um coração enorme", já a FEBAPB em seu site preferiu exaltar as conquistas de Humberto como treinador e diretor.


Neste momento o pódio está vazio.

Brasileiros garantem 3 medalhas no Internacional da Uganda!

O dia de sábado será destinado a realização dos jogos de semifinais, após 3 dias de competição, chegamos ao penúltimo dia do torneio com 3 medalhas garantidas. 

Os paratletas, ambos do Distrito Federal do projeto da Secretaria de Educação CID paralímpico da Associação CETEFE com o apoio da Sec? De Esportes por meio do projeto Compete Brasília que dá suporte com passagens aéreas.

Rômulo Soares jogará contra o israelense Amir Levi assim que terminar o primeiro jogo da semi entre Madzlan Saibon (MAL) e o indiano Sanjeev Kumar para decidirão quem irá fará a final da classe WH2.

Geraldo Oliveira jogará contra Sugil Abbas (IND) no quarto jogo do dia, na quadra 1 dos Standings e também realizará o jogo 7 (na quadra Standing 3) de duplas da classe SU5, onde o adversário das semis nas simples será o seu parceiro nas duplas, Geraldo e Sugil irá enfrentar os egípcios Zakareia Ayoub/Mohamed Ismail.


Possibilidades:



Geraldo 19º do ranking mundial e  cabeça-de-chave nº 2 da categoria irá confrontar Sugil Abbas, (32º) e cabeça-de-chave número 3. Geraldo tem grandes possibilidades de carimbar a vaga na final, provavelmente contra o campeão mundial Liek Hou Chear (MAL).

Quanto as duplas, se Geraldo Oliveira e Sugil vencerem os atletas do Egito, conquistarão a prata visto que dificilmente os malaios perderão para a dupla de Uganda/Gana.




Rômulo Soares (9º) enfrentará Amir Levi (5º), ambos chegam nesta fase sem derrotas, o israelense foi o vencedor do Brazil Internacional 2017 e traz um bronze do primeiro torneio deste ano, o Internacional da Espanha. Rômulo terá um jogo complicado pela frente.

Quanto as mistas, Geraldo Oliveira (BRA) e Rose Nanserenko (UGA) ficaram em terceiro no seu grupo e não conseguiram se classificar para as oitavas.

Trajetórias

Rômulo Soares passou em primeiro no seu grupo (C), com três jogos e nenhum game perdido, garantindo com certa facilidade a classificação para as quartas.


Nas quartas-de-finais, Rômulo teve um jogo complicado contra o nigeriano Seyi Dada Dixon, após perder o primeiro game, Rômulo venceu os outros dois.




Geraldo Oliveira  passou fácil pela fase de grupos, um jogo vencido 2 a 0 (21-03/21-02) e WO no outro, se classificou em primeiro do grupo


Nas quartas-de-finais, Geraldo passou como bye, diretamente para a fase semifinal, vencendo Geraldo irá jogar a final, se perder traz a medalha para casa , porém ficará com pontos de quartas-de-finais.




OUTRAS CLASSES

 WH1 MAS

Richard Perrot (FRA) - Crédito: Google Imagens

Na WH1  tivemos somente 4 para-atletas que foram agrupados em um  único grupo, o francês Richard Perot (40º) é o favorito e jogara seu último jogo contra o ganês Bismark Kyei.



WH2 FEM


Como só tivemos uma atleta WH1 (Akosua NKansah - GAN), ela teve que jogar com as outras 5 atletas da WH2.  Nestas classes só tivemos atletas do continente africano.

Foi formado dois grupos com 3 atletas em cada.

Nas semifinais temos um jogo entre as atletas de Gana e outro com atletas quenianas.



SL3 MAS

É a classe com a maior quantidade de inscritos, com 21 ao todo, sete grupos foram criados com 3 atletas em cada. O indiano Umesh Vikram Kumar, 9º no ranking mundial é o favorito para vencer a competição.



SL3 FEM


A SL3 feminina é a classe com a menor quantidade de atletas, nesta competição temos 7 atletas do continente africano, foram divididas em dois grupos.

SL4 MAS


14 paratletas foram divididos em 4 grupos, o indiano Sukant Kadam é o grande favorito, Sukant é o segundo no ranking internacional e deve levar o ouro.



SL4-SU5 FEM


Com 5 paratletas SL4 e apenas uma SU5 foi formado dois grupos. Mary Margaret Wilson (ESC) é a grande favorita é a sexta melhor do mundo e traz a sua grande experiência à competição. 

SS6 

Para que tivesse uma competição oficial foi unificada a simples masculina com a simples feminina. Com 6 paratletas dois grupos foram formados.



Para acompanhar os jogos:






Na madrugada do dia 25 de abril , as 3 horas (fuso de Brasília) e as 9 horas do horário local de Campala em Uganda, teremos o início da segunda edição do internacional de parabadminton em terras africanas e o terceiro evento do calendário internacional da BWF no ano de 2018.

O Calendário de competições teve sua abertura com o Internacional da Espanha (06 a 10 de março), em abril tivemos o internacional de Dubai e agora o Internacional da Uganda.



Entre os 85 paratletas de 13 países diferentes teremos 2 brasileiros: Rômulo Soares (WH2) e Geraldo Oliveira (SU5) ambos do Distrito Federal juntamente com a técnica Cláudia Dionice de Carvalho (também do DF) e também os únicos representantes da Panam na competição.



Os paratletas brasileiros chegam como destaques na competição, ambos serão os cabeças-de-chave de seus grupos nas suas respectivas classes, será uma ótima oportunidade de ambos melhorarem no ranking internacional e saírem na frente na luta pela vaga no ParaPan-Americano de Lima 2019.

Rômulo Soares é o cabeça-de-chave do grupo C e realizará os três jogos do grupo no dia de hoje, o primeiro as 4;30 o segundo as 08;00 e termina jogando ao meio dia (horário de Brasília).  Rômulo jogará contra o jogador do país sede Joseph Kakande Matovu, o queniano Peter Ochola Oloo e o egípcio Nars Elsayed.

Geraldo Oliveira que é o atual 19º do ranking internacional é o cabeça-de-chave do grupo B e realizará todos os jogos do grupo no dia de hoje, o primeiro será as 5;00  e o segundo as 11;30 (horário de Brasília).  Geraldo irá confrontar o atleta da Uganda Daniel Kitutu e o nigeriano Pate Umar Baba.




Os atletas locais são a maioria, 32 ao todo e somente 10 dos 85 não são africanos, dos 13 países 6 também não são do continente.



Uganda teve uma crescente na quantidade de participantes, saiu de 36 paratletas no ano passado para 85 neste ano, um crescimento de 236% e 20 a menos do que a etapa de Dubai (105), número melhor que as etapas do Brasil e Turquia em 2017 igualando ao internacional dos Estados Unidos 2017.

WH2

10 paratletas foram divididos em 3 grupos com 3 atletas nos grupos A e B e quatro no grupo C. 
O israelense Amir Levi que foi o vencedor do Internacional do Brasil é o cabeça-de-chave do grupo B e terá pela frente o malaio Madzlan Saibon que foi medalha de bronze no mundial da Coréia do sul e venceu Amir nas quartas por 21-13/21-07 como cabeça-de-chave no grupo A.





SU5

9 paratletas foram divididos em 3 grupos e o campeão mundial da SU5 o malaio Liek Hou Cheah é o cabeça-de-chave do grupo A. Geraldo vem como o segundo cabeça-de-chave seguido pelo indiano Sugil Abbas 32º do ranking mundial ficou com o bronze no torneio do ano passado.




Acompanhe os jogos pelo link do tournament
https://bwf.tournamentsoftware.com/sport/matches.aspx?id=D9C50566-87CC-42FE-981B-85F7AA9F6BD7https://bwf.tournamentsoftware.com/sport/matches.aspx?id=D9C50566-87CC-42FE-981B-85F7AA9F6BD7


Vale elogiar a publicação realizada pela CBBd sobre a participação dos representantes brasileiros.
link da postagem: 
http://www.badminton.org.br/noticia/3517/equipe-brasileira-de-parabadminton-participa-do-torneio-em-uganda/

Obs: A matéria foi publicada em função da alteração na tabela do WH2 obrigando a realização de um novo sorteio dos grupos e consequentemente dos jogos. 
Terminou dia 29 de outubro a primeira competição internacional de parabadminton em solo americano. Saiba mais sobre a matéria anterior postada aqui no blog. LINK AQUI

Se por um lado, o USA Internacional de Parabadminton foi um sucesso quanto ao altíssimo nível  dos confrontos com a participação dos melhores do mundo, quase que um torneio com os top10 do ranking mundial,  a altitude (1800 mts acima no nível do mar), a secura do ar e o frio foram os pontos negativos  sendo um adversário a mais alémvda competição levando alguns paratletas a reclamarem em suas redes sociais das dificuldades e outros chegaram a sentir bastante os efeitos fisiológicos desta junção de situações.
Apesar da altura do teto não ser a ideal e a velocidade da peteca ser muito rápida, o evento não foi comprometido pela estrutura física do ginásio ficando os aspectos apresentados anteriormente como negativos.

Os Sul Coreanos mostraram que estão jogando em alto nível e chegarão no mundial em casa  com força total. Os japoneses que estão pensando a médio prazo (o olhar está nos jogos Paralímpicos que serão realizados em Tóquio em 2020) também fizeram bonito e com um ouro a menos que a Coréia do Sul terminaram em segundo no quadro geral de medalhas. Malásia em terceiro seguido de Peru completam os 4 melhores países do torneio.

Quando levamos em consideração a quantidade de medalhas independente de qual cor, seja Japão ultrapassa a Coréia do Sul e a novidade fica por conta dos Americanos que pularam para a terceira posição.

Se analisarmos por classes, os Sul coreanos dominaram as classes Wheelchair's, os japoneses as classes standing's e os peruanos com dois ouros a classe dos baixas estaturas (ss6).



O destaque da competição foi o Sul Coreano Jung Jun Kim que foi o único paratleta a conseguir ouro nas simples, duplas e mistas.
Foto:BWF


Outros destaques foram:

1 - Carmen Giuliana Poveda Flores, Peru, classe SS6, ouro na simples e nas mistas. Obs. Carmen também ganhou oura nas duplas, porém como foi realizada como exibição, a medalha não foi contabilizada.

2 - Jung Kum Kang, Coréia do Sul, classe WH1, ouro nas simples e nas mistas.

3 - Liek Hou Chear, Malásia, classe SU5, ouro nas simples e nas duplas

4- Yama Yamazaki, Japão, classe WH2, ouro nas simples e nas duplas.



O brasileiro Eduardo Oliveira da classe SU5, único do pais na competição, fez parte dos paratletas que sentiram as condições climáticas da cidade, Eduardo teve que abandonar a competição após ter desmaiado durante uma partida  em que perdeu o primeiro game para o paratleta do Japão Tetsuo Ura por 21-14.

Outro paratleta que não conseguiu chegar entre os 4 melhores da competição foi o guatemalteco Raul Anguiano, 9º do mundo, que se classificou em segundo do seu grupo ficando atrás do alemão Tim Haller (15º), porém em jogo bem disputado nas quartas-de-finais (14-21/21-16/21-18)vcontra o indiano Anand Kumar Borewgoda que é o 16º do ranking internacional .



Obs: As fotos a seguir foram uma cortesia de Eduardo Oliveira.

RESULTADOS



WH1 MAS
1º Dong Seop Lee - KOR
2º Sam Seop Lee - KOR
3º David Toup  - FRA / Osamu Nagashima - JAP

WH1 FEM
1ª Jung Kum Kang - KOR
2ª Ok Cha Son
3ª Ikumi Fuke - JAP / Midori Shimada - JAP

WH2 MAS
1º Jungjun Kim - KOR
2º Madzlan Saibon - MAL
3º Ho Yuen Chan - HOK / Young Jae Choi - KOR

WH2 FEM
1ª Yuma Yamazaki - JAP
2ª Rie Ogura - JAP
3ª Pillar Jaurequi Cancino - PER / Young Joo Seo - KOR

SL3 MAS
1º Daisuke Fujihara - JAP
2º Dong Jae Joo - KOR
3º Mathieu Thomaz - FRA / Taku Hirou - JAP


SL4 MAS
1º Kyung Hwan Shin - KOR
2º Arnald Kumar Boregowda - IND
3º Lucas Mazur - FRA / Tim Haller - ALE

SU5 MAS
1º Liek Hou Chear - MAL
2º Gen Shogaki - JAP
3º Taiyo Imai - JAP / Gi Yeon Kim - KOR


SU5 FEM
1ª Mamiko Toyoda - JAP
2ª Akiko Sugimo - JAP
3ª Mary Margaret Wilson - ESC/Kameyama Kaede JAP


SL4 FEM
1ª Mary Margaret - ESC
2ª Noriko Ito - JAP
3ª Manasi Girishchandra Joshi - IND

SS6 MAS
1º Chun Yim Wong - HOK
2º Mark Joseph Dharmai - IND
3º Wyatt Lighfoot -CAN/Hector Jesus S. Tunque - PER


SS6 FEM


DUPLAS

WH1-WH2 MAS
1º Jungjun Kim/ Sam Seop Lee - KOR
2º Ho Yuen Chan (HOK) /Osamu Nagashima (JAP)
3º Amir Levi (ISR)/ David Troupe (FRA)
     Kouhei Kobayashi/ Atsuya Watanabe - JAP


WH1-WH2 FEM
1º Ikumi Fuke/ Yuma Yamazaki - JAP
2ª Etsuko Kobayashi/ Rie Ogura - JAP
3ª Jung Kum Kang/ Sun Ae Lee - KOR

SL3-SL4 MAS
1º Guillaume Gailly/ Mathieu Thomas - FRA
2º Anand Kumar Boregowda (IND)/ Daisuke Fujihara (JAP)
3º Tim Haller (ALE)/ Toshiaki Suenaga (JAP)
      Taku Hiroi/ Kaito Nakamura - JAP


SU5 MAS
1º Liek Hou Chear/ Hairol Fozi Saaba - MAL
2º Taiyo Umai/ Tetsuo Ura - JAP
3º Satyam Janapareddi (IND)/ Rishav Sharma (CAN)
     Gi Yeon Kim/ Kyung Hwan Shin


SS6 MAS
1º Mark Joseph Dharmai (IND)/ Miles Krajewski (USA)
2º Yohei Hatakeyama (JAP)/ Hector Jesus Salva Tunque (PER)
3ºJustin Kendrick/ Wyat Lighfoot - CAN
     Aaron Keith (CAN)/ Dawson Mcclure (USA)


MISTAS


WH1-WH2
1º Jungjun Kim/ Jung Kum Kang - KOR
2º Osamu Nagashima/ Yuma Yamazaki - JAP
3º Dong Seop Lee/ Yeon Sim Kim - KOR
     Madzlan Saibon (MAL)/ Sonja Haesler (SUI)


SL3-SU5
1º Toshiaki Suenaga/ Akiko Sugino
2º Taku Hiroi/ Mamiko Toyoda - JAP
3º Tetsuo Ura/ Yamada - JAP
      Gi Yeon Kim (KOR)/ Noriko Ito (JAP)


SS6
1º Hector Jesus Salva Tunque/ Carmen Giuliana Poveda Flores - PER
2º Miles Krajewski/ Katherine Valli - USA
3º Danh Trang (USA)/ Deidre Nagle (ESC)