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Hoje (08/10/2017)  a BWF atualizou o seu ranking, a publicação era bastante esperada pelos para-atleta brasileiros visto que a inclusão dos resultados do Internacional do Japão e do Internacional do Brasil poderiam modificar para melhor ou para pior a posição dos brasileiros. O Ranking internacional é a referência para a indicação do pleito da bolsa pódio por exemplo e podem colocar os brasileiros como cabeça-de-chave no USA internacional e no Mundial.

Temos no Ranking 45 para-atletas brasileiros de um total de 617.

O ranking internacional leva em consideração os resultados das competições ocorridas nos últimos  2 anos e para não privilegiar os para-atletas que mais participam de competições (o que acontece aqui no Brasil)  somente os 4 melhores resultados são computados.

No Brasil a opção foi exatamente a oposta, apenas resultados de um ano são contabilizados.


Vou esperar a última competição (Campeonato Brasileiro) para apresentar um estudo sobre as vantagem para cada tipo de ranking, porém a atitude de sempre tentar encaixar o parabadminton nos "padrões" do badminton só limitam a modalidade. Existem motivos fortes para que a BWF utilize o ranking de 2 anos, o principal deles é ter um número expressivo de para-atletas no seu sistema de ranking, parece que para a CBBd este argumento e nem a opinião da comunidade do parabadminton não tem importância visto que o ranking de 2 anos é praticamente consenso entre os para-atletas e técnicos.

Temos que comemorar as posições dos brasileiros, porém temos que ter cuidados com certas classes que possuem poucos para-atletas
DESTAQUES

Quem mais subiu no ranking foi o para-atleta Rogério Oliveira da classe SL4 que galgou  10 posições e nesta atualização Rogério é o  8º melhor do mundo de sua classe. O carioca Eduardo Oliveira (SU5) também teve boa evolução, antes estava na posição 15 e agora é o nono do mundo. Rômulo Soares, para-atleta do Distrito Federal é o melhor brasileiro ranqueado atualmente é o 6º do mundo.


Temos 8 para-atletas entre os TOP10  do mundo, são eles:

Leonardo Zuffo (SL3) e Breno Johann (SL4) também conseguiram dá um passo importante ficando entre os 20 melhores do mundo em suas classes, Breno conseguiu com o Brasil Internacional saltar de 22º para 18º. Por outro lado, Marcelo Conceição caiu duas posições e não esta mais entre os 10 melhores do mundo.



Quando analisamos por estados, temos o Distrito Federal com 4 para-atletas brasileiros entre os melhores, seguido pelo Paraná. Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo completam a lista com somente um para-atleta cada.





WH1


A classe é dominada pelo sul-coreano Sam Seop Lee  seguido pelo alemão Thomas Wandschneider. O melhor brasileiro ranqueado é o brasiliense Marcelo Alves Conceição que também é o melhor das Américas. Danielle Souza (DF) é a melhor brasileira desta classe e também é a melhor do continente Panam.


WH2


Jungjun Kim é outro sul-coreano que lidera a sua classe. O para-atleta do Distrito Federal Rômulo Soares é o melhor brasileiro neste ranking ocupando a 6ª posição. Maria Gilda dos Santos (SE) continua sendo a melhor brasileira no ranking internacional. A melhor do Continente é a peruana Pilar Cancino terceira do ranking.




SL3

O Indiano Pramod Bragat é o melhor do mundo, Pedro Pablo de Vinatea (PER) é o melhor da Panam em 14º, Leonardo Zuffo é o melhor brasileiro na décima oitava posição.  Com somente 20 mulheres ranqueadas nesta classe a posição das para-atletas não refletem a sua real condição técnica.


SL4

Lucas Manzur (FRA) é o líder do ranking mundial, com os resultados do Brasil internacional Rogério Oliveira (SP) além de ser o melhor brasileiro ele também ultrapassou Raul Anguiano (GUA) e agora também é o melhor do continente. A brasiliense Danielle Araújo é a única brasileira no ranking.


SU5

Essa é a classe que o brasil tem o maior número de representantes masculinos, Eduardo Oliveira (RJ) deu um grande salto e é o melhor brasileiro ranqueado na nona posição. Em sétimo encontramos o atleta do Suriname Brian Kliwon. Liek Chear (MAL) é o líder do ranking seguido pelo polonês Bartolomiej Mroz que foi o vencedor do 1º Brasil Internacional.  Cintya Oliveira continua sendo a melhor brasileira no ranking e sempre obtendo destaques, vamos torcer que a não ida para o mundial não a prejudique.


SS6

A classe SS6 é a que mais cresce nos últimos anos, antes estava ameaçada de não ir para as paralimpíadas. Vitor Tavares (PR) com os ouros nos dois internacionais em que participou passou a ser o melhor brasileiro ranqueado e está entre os TOP10. Dhiego Guimarães também está entre os TOP10 em uma posição abaixo de Vitor. O Inglês Kristen Coombs é o melhor do mundo e o norte américa Miles Krajewsky é o melhor da Panam (7º). Infelizmente não temos para-atletas do gênero feminino nesta classe.



Amanhã será postada os comentários das duplas e das mistas neste mesmo espaço.


Os próximos dias serão decisivos, estamos nos aproximando do término das inscrições para a edição do Mundial de Parabadminton deste ano que acontecerá na cidade de Ulsan na Coréia do Sul.

A data limite para a inscrição é dia 29 de Setembro (sexta-feira) às 23:59 horas (fuso de Kuala Lampur), ou seja, meio-dia no horário brasileiro, na verdade 12:59.

A competição terá inicio no dia 20 de novembro com a reunião de classificação (para os para-atletas que necessitarão de classificação funcional) e as finais acontecerão no dia 26.

A Confederação Brasileira de Badminton - CBBd fez a primeira postagem sobre o evento dia primeiro de Agosto e outra dois dias depois por causa de alterações na carta convite.



Na referida postagem a seguinte mensagem foi publicada: 

"Envie suas inscrições em tempo útil e antes da data de fechamento, tendo o cuidado em tomar nota das diretrizes de restrição de entrada no convite do torneio antes de preencher e enviar os formulários."

Informações importantes não foram apresentadas, como:

1 - Não apresenta a data limite para os brasileiros, posso concluir que poderá ser até a data limite da carta convite, visto que a publicação chama a atenção para as determinações da carta convite oficial? 
Durante o Internacional do Brasil tivemos para-atletas brasileiros com suas inscrições não realizadas por questões  burocráticas das federações/confederação.  Será que teremos os mesmos problemas?

2 - Não explica como deverá ser realizada. Para o internacional do Brasil a inscrição foi em um primeiro momento online (realizada pelas federações) e depois foi solicitado que o formulário da BWF fosse enviado também, visto que a inscrição online não contempla as necessidades do parabadminton, neste procedimento também tivemos para-atletas que não conseguiram realizar as suas inscrições.

3 - A carta convite da competição determina que somente 3 para-atletas por classe poderão ser inscritos e em alguns casos somente 2Quem poderá ser inscrito? qual o critério será utilizado? (Ranking nacional?, Ranking internacional? Convocação?, etc.) Obs. Se for utilizado o Ranking Nacional como referência ele ainda não foi atualizado com os resultados da terceira etapa.

4 - Teremos suporte financeiro do Comitê Paralímpico Brasileiro-CPB? Durante o Peru Internacional de Parabadminton, foi informado que um projeto foi apresentado junto ao CPB para viabilizar a participação de Brasileiros na competição, até o momento da publicação desta matéria nada foi divulgado, nenhuma informação consta de forma oficial no site da CBBd. Para os que não foram para Lima, nada sabem e os que foram, nenhuma resposta.

5 - A BWF dá um suporte financeiro que pode chegar até o valor de 6500 dólares.

Essa ação da BWF é fundamental, porém a data limite para a solicitação também se encerra no mesmo dia da inscrição.






6 - Nenhuma informação sobre o envio de exames para a classificação funcional se for o caso. Muitos não sabem que, o para-atleta não precisa ter passado por nenhum evento para poder ir para um mundial de parabadminton, ou seja, se o para-atleta começou a praticar a modalidade com um mês, ele poderá participar mesmo assim desde que atendam a quantidade  máxima de para-atletas determinadas para a sua classe. 

Além da data de fechamento das inscrições outras datas são importantes como:

 29/09/2017 - Formulários e exames para a classificação funcional
29/09/2017 - Requerimento de treinamento
06/10/2017 - Data limite para enviar os pagamentos das inscrições.
06/10/2017 - Reserva e pagamento do hotel oficial
06/10/2017 - Plano de voo e solicitação de visto


Durante o mundial teremos Workshop para treinadores (20 de novembro) e Curso para futuros classificadores (nível nacional).

Considerações:

É muito preocupante a falta de informações oficiais, poderemos ter para-atletas interessados em participarem do mundial excluídos da competição novamente.

Desde 2011, no mundial da Guatemala que temos brasileiros envolvidos, inclusive com uma medalha conquistada no último mundial que foi na Inglaterra.

Quando comparamos com o badminton, o site vai atualizando quase que todos os "passos" quando se tem um torneio, porém no caso do parabadminton ainda continuamos com pouco espaço, quando tem, não é mais que o essencial, as vezes só uma tradução (google) do documento da BWF, ou seja, motivação zero.

Se fala tanto em transparência na CBBd, mas diante de tantas dúvidas e decisões não apresentadas, nos perguntamos: Onde estar a transparência?

Muito se fala que a BWF não aceita confederações separadas, isso é uma falácia, pois na Coréia do Sul as confederações são separadas, uma para o badminton e outra para o parabadminton (KBAD), no Japão, país dos próximo jogos paralímpicos também é separada.

Informações sobre a participação Brasileira no mundial na Guatemala, 2011 AQUI 
Informações sobre a participação Brasileira no mundial na Alemanha, 2013 AQUI 
Informações sobre a participação Brasileira no mundial na Guatemala, 2015  AQUI 



O ParabadmintonBrasil se solidariza com os familiares, amigos  e atletas venezuelanos com o a perda do   para-atleta EDWAR ORDOÑEZ, da classe SL3.


É com pesar que anunciamos o falecimento do jovem EDWAR ORDOÑEZ que representou com grande dignidade o parabadminton de seu país nas competições internacionais da modalidade.




Ele participou do mundial de parabadminton de Dortmund-Ale em 2013, porém foi no Pan-Americano da Guatemala (no mesmo ano) que Edwar teve seu melhor resultado, neste torneio regressou para casa com dois troféus de bronze, nas simples e nas duplas com Alexis Guerreio (DOM).



A sua última participação foi no 1º Peru Internacional de Parabadminton em Lima em 2015, nesta ocasião, Ordoñez caiu em um grupo difícil nas simples e não conseguiu passar de fase. Nas duplas formada com o Dominicano Cristhopher Jimenez tiveram duas derrotas e uma vitória e também não conseguiu avançar para a próxima etapa.

Ele deixou a sua marca registrada: atleta de sorriso fácil e companheirismo.


Neste momento o pódio está vazio.


Terminou o 1º Brasil Internacional de Parabadminton, foram 4 dias bem disputados e no final o Brasil liderou o quadro de medalhas.

Temos motivos para comemorar, porém há vários para nos preocuparmos, um sinal de alerta foi acesso e se não for dada a devida atenção poderemos perder qualquer benefício que o evento possa ter nos trazido.

Alguns para-atletas tiveram uma grande participação mostrando grande potencial, confirmando em alguns casos e em outros extrapolando as expectativas, outros porém, ficaram abaixo do esperado e devem refletir sobre os fatos visto que estamos próximos do mundial de parabadminton (em novembro) na Coreia do Sul.


Das 5 medalhas, 4 foram somente entre brasileiros e  duas formadas com duplas estrangeiras (0,5 + 0,5), o Peru (2 + 0,5 + 0,5) ficou em segundo seguido da Polônia. Todos os países voltaram para casa  com medalhas na bagagem.



Quando analisamos as medalhas independente se foi de ouro, prata ou bronze, o Brasil apresentou o dobro de todos os países somados. Destaque para a Suíça, Polônia, Israel e Alemanha que participaram somente com um para-atleta e tiveram uma excelente participação.


Em uma análise mais técnica, considerando a quantidade de atletas participantes e correlacionando com a quantidade de medalhas recebidas, o Brasil fica em penúltimo lugar na frete somente do Chile que participou com 4 para-atletas e conquistou duas medalhas (50%) somente. A Suíça seria o país mais eficiente com 200% (uma atleta, duas medalhas - 1 + 0,5 + 0,5). Isso demonstra que temos boa quantidade de para-atletas porém ainda temos que melhorar o nível no total.



Considerando as medalhas do Brasil por estados (modelo olímpico), São Paulo terminou na frente de Paraná e Rio Grande do Norte consequentemente e também ficou na frente do Distrito Federal e Paraná quando analisado pelo total de medalhas.




ATLETAS DESTAQUES


Rodolfo Cano (para-atleta da Hípica Campinas)  e o curitibano Vitor Tavares do clube Badminton Zardo foram destaques da competição com dois ouros cada, a peruana Pilar Cancino e o polonês Bartlomiej Mróz também conseguiram esta façanha. 

Para entender mais como foi a competição (primeiro dia), entre neste LINK:


PREMIAÇÃO:


SIMPLES WH1 + WH2 MASCULINA


1º Amir Levi - ISR - WH2
2º Marcelo Conceição - BRA - WH1
3º Rodolfo Cano - BRA - WH1
    3º Gabriel Jannini - BRA - WH1


SIMPLES WH1 + WH2 FEMININA
1ª Pilar Cancino - PER - WH2
1ª Sonja Hasler - SUI - WH1
2ª Daniele Souza - BRA - WH1
3ª Maria Gilda dos Santos - BRA - WH2
3ª Catalina Jimeno - CHI - WH1


SIMPLES SL3 + SL4 MASCULINA + FEMININA
1º Rogério Oliveira  - BRA - SL4
2º Tim Haller - ALE - SL4
3º Breno Johann - BRA - SL4
3º Eugenio Cleto - BRA - SL4


SIMPLES SU5 MASCULINA + FEMININA
1º Bartlomiej Mróz - POL - SU5
2º Eduardo Oliveira - BRA - SU5
3º Ricardo Cavalli - BRA - SU5
3º Geraldo oliveira - BRA - SU5


SIMPLES SS6 MASCULINA + FEMININA
1º Vitor Tavares - BRA - SS6
2º Hector Jesus Tunque - PER - SS6
3º Dhiego Vidal Guimarães - BRA - SS6
3º Faltino Saraiva - BRA - SS6


DUPLAS WH1-WH2 MASCULINA + FEMININA
1º Rodolfo Cano - BRA - WH1/ Gabriel Jannini - BRA - WH1
2º Marcelo Conceição - BRA - WH1 / Rômulo Soares - BRA - WH2
3º Sérgio Santana - BRA - WH1 / Miguel Matos - PER - WH2
3º Pilar Cancino - PER - WH2 / Sonja Hasler - SUI - WH1


DUPLAS SL3 + SL4 + SU5  MASCULINA + FEMININA
1º Pedro Pablo de Vinatea - PER - SL3 / Tim Haller - ALE - SL4
2º Leonardo Zuffo - BRA - SL3 / Breno Johann - BRA - SL4
2º Ricardo Cavalli - BRA - SU5 / Eduardo Oliveira - BRA - SU5
3º Rogério Oliveira - BRA - SL4 / Luiz Henrique dos Santos  - BRA - SL3
3º Genivaldo Duarte da Silva - BRA - SU5 / Geraldo Oliveira - BRA - SU5
3º Renzo Morales - PER - SU5 / Eugênio Cleto - BRA - SL4


DUPLAS SS6 MASCULINA + FEMININA
1º Vitor Tavares - BRA - SS6 / Dhiego Vidal Guimrães - BRA - SS6
2º Márcio Dellafina - BRA - SS6 / Hector Jesus Tunque - PER - SS6
3º David Lopez - CHI - SS6 / Faltino Saraiva - BRA - SS6


MISTAS WH1-WH2

1º Rodolfo Cano - BRA - WH1 / Pilar Cancino - PER - WH2
2º Amir Levi - ISR - WH2 / Daniele Sousa - BRA - WH1
3º Gabriel Jannini - BRA - WH1 / Maria Gilda dos Santos - BRA - WH2
3º Júlio Cesar Godoy - BRA - WH2 / Sonja Hasler - BRA - WH1


MISTAS SL3-SU5
1º Bartlomiej Mróz - POL - SU5 / Maraisa Santos - BRA - SL3
2º Leonardo Zuffo - BRA - SL3 / Cintya Oliveira - BRA - SU5
3º Rogério Oliveira - BRA - SL4 / Daniele Araújo - BRA - SL4


MISTAS SS6 (Exibição)
1º Hector Jesus Tunque - PER - SS6 / Carmen Guiliana Poveda - PER - SS6
2º David Lopez - CHI - SS6 / Fabiola Prado - CHI - SS6




Pontos Positivos:

     Colocar o Brasil no cenário de eventos do parabadminton mundial.
     Oportunizar aos brasileiros a possibilidade de jogar com para-atletas de outros países com estilos diferentes e em alguns casos com ranking superior. (Atingido em parte).
      Possibilitar aos brasileiros uma classificação funcional internacional.
      Possibilitar que para-atletas brasileiros tenham ranking internacional.
      Melhorar o ranking internacional de brasileiros. (Atingido em parte).
      Possibilidade de eventos que permitam o pleito da bolsa atleta. (Atingido em parte).
      Eventos em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro-CPB.
      Alojamento do CPB, excelente estrutura.
    A possibilidade em apresentar o parabadminton a comunidade paralímpica, durante o internacional o CT recebeu competições paralelas de atletismo, goalball, rugby, halterofilismo e basquete em cadeira de rodas.


Pontos negativos:
   
      Pouca participação de para-atletas estrangeiros na competição. A responsabilidade cai sobre a presidência da CBBd pelas tomadas de decisões como indefinição e troca constante de local entre outras decisões.
       A junção de classes que obrigou para-atletas de classes inferiores jogarem com classes superiores. (Grande prejuízo).
       Praticamente ninguém com possibilidade de indicação de bolsa-atleta por não atenderem critérios. (Grande prejuízo).
        As mulheres terem que jogar contra os homens porque veio poucas estrangeiras. (Grande prejuízo).
       Cada clube trabalhou por si, não houve uma unidade de "delegação", faltou uma liderança constituída. (Grande prejuízo).
       Sinal de alerta para brasileiros que não conseguiram se impor sobre para-atletas de ranking inferior. (Grande prejuízo).
         A possibilidade que os gestores da confederação brasileira em conhecer e se apresentarem para o parabadminton mundial. Somente o coordenador da modalidade Artur Nogueira estava presente.
         Não teve uma cerimônia de abertura e nem de encerramento.
         Teve poucas pessoas envolvidas na organização presente, ações centralizadas. 
         Falta de placares, banner's e identificação visual da competição.
      Falta de transmissão dos jogos, nos dias atuais isso leva visibilidade do evento e dos organizadores para o mundo.


Cabe uma avaliação melhor dos custos benefícios, acompanhar a prestação de conta para verificar quanto custou o evento e analisar se o preço foi adequado aos resultados: Pouca participação, poucos pontos no ranking internacional e sem indicação para bolsa atleta. Aguardando...




Link Homenagem aos medalhistas:  

Link do tournament:




Foto: Retirada da carta convite


Começa nesta quinta-feira (14/09/2017) as 10 horas no Centro de Treinamento Paralímpico na cidade de São Paulo, o primeiro internacional da modalidade realizado no Brasil, o evento anterior desta importância foi o 1º Pan-Americano de Parabadminton na cidade de Curitiba em 2010. 

53 para-atletas de 7 países diferentes disputarão o ouro em 10 eventos oficiais. O primeiro dia será destinada aos jogos de simples.


Com a desistência dos americanos, indianos e alguns brasileiros, este internacional apresenta a segunda pior participação do ano, ficando a frente somente do Internacional da Uganda (que foi a primeira experiência de implantar a modalidade naquele continente). Em uma postagem posterior realizaremos uma análise mais aprofundada.

EVENTOS:


WHEELCHAIR SIMPLES MASCULINA


As classes Wheelchair's masculinas acontecerão de forma absoluta (juntando a classe WH1 + WH2). São 15 para-atletas divididos em 4 grupos:

No grupo A, o Brasileiro Rômulo Soares (6º do ranking mundial) é o favorito para passar em primeiro do grupo, deixando para a partida entre o sergipano Sérgio Santana e o brasiliense Carlos Hessel a decisão para ver quem se classificará em segundo do grupo.

No grupo B, Gabriel Jannini (vencedor da última etapa nacional de Parabadminton na semana passada) é o favorito.  Sera uma grande disputa pela segunda posição com uma pequena vantagem para o pernambucano Oswaldo Crema júnior.

Temos o Israelense Amir Levi (ex número um do ranking internacional) rivalizando com Rodolfo Cano. Os companheiros de clube José Ambrósio e Edmar Barbosa tentaram estragar a festa dos dois no grupo C.

Um grupo bastante equilibrado, o grupo D tem Marcelo Conceição (o único da classe wh1) com a difícil missão de vencer o peruano Miguel Matos e os brasileiros Júlio Godoy e Sivaldo de Souza.

* Obs: para ser oficial o evento deverá ter no mínimo 4 para-atletas de 3 países diferentes e infelizmente a classe wh1 só tem representantes de 2 países.

WHEELCHAIR SIMPLES FEMININA


7 para-atletas disputarão de forma absoluta e  foram divididas em 2 grupos

 
No grupo A, a brasileira Elisangela Santos terá duas "pedreiras" pela frente: a peruana Pilar Cancino e a suíça Sonja Hasler.

No grupo b, o favoritismo das finalistas da 3ª Etapa nacional de Parabadminton, Daniele Torres e Maria Gilda dos Santos devem se confirmar, naquela ocasião Daniele Torres terminou vitoriosa.

* Como nem a classe WH1 e nem a WH2 conseguiram atender as exigências sobre validação de eventos, as duas classes terão que jogar juntas.

STANDING SIMPLES SL4


14 para-atletas de classes diferentes (SL3 e SL4) e de ambos os gêneros também disputarão de forma absoluta, isso trará grande desvantagens aos para-atletas das classes SL3. Todos foram divididos em 4 grupos



Acredito  que o gênero masculino levará vantagem sobre a para-atleta Daniele Araújo.











Breno é o favorito em ficar com a primeira vaga.



Leonardo Zuffo mesmo sendo da classe SL3 tem possibilidades em avançar de fase.



O Peruano Pedro Pablo de Vinatea (classe Sl3) deverá passar de fase junto com o para-atleta alemão.

* O evento será absoluto por que nem a SM SL3, SM SL4, SF Sl4  conseguiram atingir as exigências do regulamento.

STANDING SU5 INDIVIDUAL

Esta classe também será realizada na forma absoluta, com a junção entre para-atletas dos dois gêneros. 9 para-atletas foram divididos em 3 grupos.


Acredito que o vice campeão mundial, o polonês Bartlomej e o brasileiro Geraldo Oliveira passarão para a próxima fase respectivamente.



Neste  grupo a força masculina deve fazer a diferença no resultado, a aposta fica sobre Eduardo Oliveira e Ricardo Cavalli.


Acredito que seja o grupo mais equilibrado, Cintya provavelmente tentará se impor sobre os demais adversários.

* Obs. Para atender as normas do evento, a competição teve que juntar homens e mulheres em um mesmo evento.


STANDING SS6

8 para-atletas do gênero masculino e feminino foram divididos em 2 grupos.


Neste grupo os brasileiros são os favoritos, destaque para Victor, ouro no internacional de Lima 2017.


Grupo  muito equilibrado, com favoritismo para o peruano hector Jesus Tunque.


Para acompanhar os jogos, segue o link:















Hoje é o segundo dia de competição do 2º INTERNACIONAL DE  PARABADMINTON DO PERU , o Brasil se faz representado por 26 para-atletas de 9 estados brasileiros: DF (10), PR (5), SP (3), PE (2), SE (2), PI (1), RJ (1), SC (1) e AM (1). São 18 para-atletas do gênero masculino e 8 do feminino. Além dos 26 para-atletas, temos 5 técnicos, um árbitro internacional e a presença do coordenador do parabadminton brasileiro.

Somos junto com o Japão a maior delegação da competição, temos diversos para-atletas entre os 10 melhores do mundo neste torneio, porém ATÉ O MOMENTO NÃO HÁ NENHUMA MATÉRIA SOBRE A NOSSA PARTICIPAÇÃO NO SITE DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BADMINTON-CBBd.



No dia de ontem (08/03) foi realizado 2 postagens conforme print a abaixo
Observem que falam do mundial da Coréia do sul que acontecerá no final de novembro e do projeto Agitos, onde há uma referência ao internacional, porém quem lê a matéria (LINK AQUI) chega a conclusão de que o país somente está participando com 7 para-atletas, 1 técnico e um administrador e só conseguiu viabilizar a sua participação graças ao projeto e as parcerias.


Além de nem citar os demais para-atletas e técnicos que participam com recursos próprios a postagem contém informação incorreta e desatualizada, visto que constam os nomes de Roberto Carlos Barbosa (DF) e Maria Rayane Lúcia da Silva (PE) que NÃO ESTÃO PRESENTES NO TORNEIO e deixaram de fora Osvaldo Crema Júnior (PE) que se faz presente na competição e inclusive pelo projeto "Agitos"

Uma matéria parecida foi divulgada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro-CPB  e entendo que a intenção seja valorizar o importante suporte financeiro da fundação Agitos, respeito isso e é importante reconhecer esta ação, porém diante da necessidade de mais visibilidade, nos sentimos frustrados nesta questão, neste caso com a Cbbd.




Estamos com certeza perdendo uma excelente oportunidade de mostrar para o CPB e para a comunidade do movimento paralímpico a nossa força, é inegável que uma delegação com 26 para-atletas tenha mais peso do que somente 7 (isso é obvio não?) e com a visibilidade e credibilidade que o Comitê possui seria uma oportunidade impar.

A relação correta da delegação é:

 A delegação brasileira é representada por:

WH1:  Marcelo Conceição (DF), Rodolfo Cano (SP),  Gabriel Jannini (SP), Carlos Rodrigues (DF) e Oswaldo Júnior (PE);
Elisângela Santos (SE), Auricelia Freitas (PI) e Danielle Torres (DF)
WH2: Rômulo Soares (DF) e José Ambrósio Neto (DF)
Maria Gilda dos Santos (SE)
SL3: Renan Rosso (PR), Leonardo Zuffo (PR) e Serafin Marcelo (DF),
Cássia Araújo (DF)
SL4: Breno Johann (PR) e Rogério Oliveira (SP)
Danielle Carvalho (DF), 
SU5: Geraldo Oliveira (DF), Genivaldo da Silva (DF), Eduardo Oliveira (RJ) e Ricardo Cavalli (SC)
Mikaela Almeida (AM) e Cintya Oliveira (PR), 
SS6: Vitor Tavares (PR)
INE: Leonardo Douglas (PE)
 TÉCNICOS: Fábio Bento (PR), Maiara (SP), Letisson Samarone (DF), Cláudia Carvalho (DF) e Bruno de Paula (DF)
Árbitro Internacional: Hilton Fernades (SP)
COORDENADOR DO PARABADMINTON: José Artur Nogueira (PI)


Reincidência:

Olhando o print do início da postagem verificamos a apresentação do campeonato Universitário Paralímpico, porém a postagem só foi realizada após cobranças dos para-atletas em um grupo de um aplicativo em que eles cobravam pelo menos um texto. Neste período a postagem já obteve alterações.

No mês passado o para-atleta Marcelo Conceição conseguiu uma medalha incrível no Internacional de parabadminton da Irlanda, porém só foi realizada uma pequena postagem após seguidas cobranças e dias depois do final da competição, durante o processo nada foi comentado pela CBBd e nem mesmo este resultado foi apresentado ao Comitê Paralímpico Brasileiro.