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O ParabadmintonBrasil se solidariza com os familiares, amigos  e atletas venezuelanos com o a perda do   para-atleta EDWAR ORDOÑEZ, da classe SL3.


É com pesar que anunciamos o falecimento do jovem EDWAR ORDOÑEZ que representou com grande dignidade o parabadminton de seu país nas competições internacionais da modalidade.




Ele participou do mundial de parabadminton de Dortmund-Ale em 2013, porém foi no Pan-Americano da Guatemala (no mesmo ano) que Edwar teve seu melhor resultado, neste torneio regressou para casa com dois troféus de bronze, nas simples e nas duplas com Alexis Guerreio (DOM).



A sua última participação foi no 1º Peru Internacional de Parabadminton em Lima em 2015, nesta ocasião, Ordoñez caiu em um grupo difícil nas simples e não conseguiu passar de fase. Nas duplas formada com o Dominicano Cristhopher Jimenez tiveram duas derrotas e uma vitória e também não conseguiu avançar para a próxima etapa.

Ele deixou a sua marca registrada: atleta de sorriso fácil e companheirismo.


Neste momento o pódio está vazio.


Terminou o 1º Brasil Internacional de Parabadminton, foram 4 dias bem disputados e no final o Brasil liderou o quadro de medalhas.

Temos motivos para comemorar, porém há vários para nos preocuparmos, um sinal de alerta foi acesso e se não for dada a devida atenção poderemos perder qualquer benefício que o evento possa ter nos trazido.

Alguns para-atletas tiveram uma grande participação mostrando grande potencial, confirmando em alguns casos e em outros extrapolando as expectativas, outros porém, ficaram abaixo do esperado e devem refletir sobre os fatos visto que estamos próximos do mundial de parabadminton (em novembro) na Coreia do Sul.


Das 5 medalhas, 4 foram somente entre brasileiros e  duas formadas com duplas estrangeiras (0,5 + 0,5), o Peru (2 + 0,5 + 0,5) ficou em segundo seguido da Polônia. Todos os países voltaram para casa  com medalhas na bagagem.



Quando analisamos as medalhas independente se foi de ouro, prata ou bronze, o Brasil apresentou o dobro de todos os países somados. Destaque para a Suíça, Polônia, Israel e Alemanha que participaram somente com um para-atleta e tiveram uma excelente participação.


Em uma análise mais técnica, considerando a quantidade de atletas participantes e correlacionando com a quantidade de medalhas recebidas, o Brasil fica em penúltimo lugar na frete somente do Chile que participou com 4 para-atletas e conquistou duas medalhas (50%) somente. A Suíça seria o país mais eficiente com 200% (uma atleta, duas medalhas - 1 + 0,5 + 0,5). Isso demonstra que temos boa quantidade de para-atletas porém ainda temos que melhorar o nível no total.



Considerando as medalhas do Brasil por estados (modelo olímpico), São Paulo terminou na frente de Paraná e Rio Grande do Norte consequentemente e também ficou na frente do Distrito Federal e Paraná quando analisado pelo total de medalhas.




ATLETAS DESTAQUES


Rodolfo Cano (para-atleta da Hípica Campinas)  e o curitibano Vitor Tavares do clube Badminton Zardo foram destaques da competição com dois ouros cada, a peruana Pilar Cancino e o polonês Bartlomiej Mróz também conseguiram esta façanha. 

Para entender mais como foi a competição (primeiro dia), entre neste LINK:


PREMIAÇÃO:


SIMPLES WH1 + WH2 MASCULINA


1º Amir Levi - ISR - WH2
2º Marcelo Conceição - BRA - WH1
3º Rodolfo Cano - BRA - WH1
    3º Gabriel Jannini - BRA - WH1


SIMPLES WH1 + WH2 FEMININA
1ª Pilar Cancino - PER - WH2
1ª Sonja Hasler - SUI - WH1
2ª Daniele Souza - BRA - WH1
3ª Maria Gilda dos Santos - BRA - WH2
3ª Catalina Jimeno - CHI - WH1


SIMPLES SL3 + SL4 MASCULINA + FEMININA
1º Rogério Oliveira  - BRA - SL4
2º Tim Haller - ALE - SL4
3º Breno Johann - BRA - SL4
3º Eugenio Cleto - BRA - SL4


SIMPLES SU5 MASCULINA + FEMININA
1º Bartlomiej Mróz - POL - SU5
2º Eduardo Oliveira - BRA - SU5
3º Ricardo Cavalli - BRA - SU5
3º Geraldo oliveira - BRA - SU5


SIMPLES SS6 MASCULINA + FEMININA
1º Vitor Tavares - BRA - SS6
2º Hector Jesus Tunque - PER - SS6
3º Dhiego Vidal Guimarães - BRA - SS6
3º Faltino Saraiva - BRA - SS6


DUPLAS WH1-WH2 MASCULINA + FEMININA
1º Rodolfo Cano - BRA - WH1/ Gabriel Jannini - BRA - WH1
2º Marcelo Conceição - BRA - WH1 / Rômulo Soares - BRA - WH2
3º Sérgio Santana - BRA - WH1 / Miguel Matos - PER - WH2
3º Pilar Cancino - PER - WH2 / Sonja Hasler - SUI - WH1


DUPLAS SL3 + SL4 + SU5  MASCULINA + FEMININA
1º Pedro Pablo de Vinatea - PER - SL3 / Tim Haller - ALE - SL4
2º Leonardo Zuffo - BRA - SL3 / Breno Johann - BRA - SL4
2º Ricardo Cavalli - BRA - SU5 / Eduardo Oliveira - BRA - SU5
3º Rogério Oliveira - BRA - SL4 / Luiz Henrique dos Santos  - BRA - SL3
3º Genivaldo Duarte da Silva - BRA - SU5 / Geraldo Oliveira - BRA - SU5
3º Renzo Morales - PER - SU5 / Eugênio Cleto - BRA - SL4


DUPLAS SS6 MASCULINA + FEMININA
1º Vitor Tavares - BRA - SS6 / Dhiego Vidal Guimrães - BRA - SS6
2º Márcio Dellafina - BRA - SS6 / Hector Jesus Tunque - PER - SS6
3º David Lopez - CHI - SS6 / Faltino Saraiva - BRA - SS6


MISTAS WH1-WH2

1º Rodolfo Cano - BRA - WH1 / Pilar Cancino - PER - WH2
2º Amir Levi - ISR - WH2 / Daniele Sousa - BRA - WH1
3º Gabriel Jannini - BRA - WH1 / Maria Gilda dos Santos - BRA - WH2
3º Júlio Cesar Godoy - BRA - WH2 / Sonja Hasler - BRA - WH1


MISTAS SL3-SU5
1º Bartlomiej Mróz - POL - SU5 / Maraisa Santos - BRA - SL3
2º Leonardo Zuffo - BRA - SL3 / Cintya Oliveira - BRA - SU5
3º Rogério Oliveira - BRA - SL4 / Daniele Araújo - BRA - SL4


MISTAS SS6 (Exibição)
1º Hector Jesus Tunque - PER - SS6 / Carmen Guiliana Poveda - PER - SS6
2º David Lopez - CHI - SS6 / Fabiola Prado - CHI - SS6




Pontos Positivos:

     Colocar o Brasil no cenário de eventos do parabadminton mundial.
     Oportunizar aos brasileiros a possibilidade de jogar com para-atletas de outros países com estilos diferentes e em alguns casos com ranking superior. (Atingido em parte).
      Possibilitar aos brasileiros uma classificação funcional internacional.
      Possibilitar que para-atletas brasileiros tenham ranking internacional.
      Melhorar o ranking internacional de brasileiros. (Atingido em parte).
      Possibilidade de eventos que permitam o pleito da bolsa atleta. (Atingido em parte).
      Eventos em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro-CPB.
      Alojamento do CPB, excelente estrutura.
    A possibilidade em apresentar o parabadminton a comunidade paralímpica, durante o internacional o CT recebeu competições paralelas de atletismo, goalball, rugby, halterofilismo e basquete em cadeira de rodas.


Pontos negativos:
   
      Pouca participação de para-atletas estrangeiros na competição. A responsabilidade cai sobre a presidência da CBBd pelas tomadas de decisões como indefinição e troca constante de local entre outras decisões.
       A junção de classes que obrigou para-atletas de classes inferiores jogarem com classes superiores. (Grande prejuízo).
       Praticamente ninguém com possibilidade de indicação de bolsa-atleta por não atenderem critérios. (Grande prejuízo).
        As mulheres terem que jogar contra os homens porque veio poucas estrangeiras. (Grande prejuízo).
       Cada clube trabalhou por si, não houve uma unidade de "delegação", faltou uma liderança constituída. (Grande prejuízo).
       Sinal de alerta para brasileiros que não conseguiram se impor sobre para-atletas de ranking inferior. (Grande prejuízo).
         A possibilidade que os gestores da confederação brasileira em conhecer e se apresentarem para o parabadminton mundial. Somente o coordenador da modalidade Artur Nogueira estava presente.
         Não teve uma cerimônia de abertura e nem de encerramento.
         Teve poucas pessoas envolvidas na organização presente, ações centralizadas. 
         Falta de placares, banner's e identificação visual da competição.
      Falta de transmissão dos jogos, nos dias atuais isso leva visibilidade do evento e dos organizadores para o mundo.


Cabe uma avaliação melhor dos custos benefícios, acompanhar a prestação de conta para verificar quanto custou o evento e analisar se o preço foi adequado aos resultados: Pouca participação, poucos pontos no ranking internacional e sem indicação para bolsa atleta. Aguardando...




Link Homenagem aos medalhistas:  

Link do tournament:




Foto: Retirada da carta convite


Começa nesta quinta-feira (14/09/2017) as 10 horas no Centro de Treinamento Paralímpico na cidade de São Paulo, o primeiro internacional da modalidade realizado no Brasil, o evento anterior desta importância foi o 1º Pan-Americano de Parabadminton na cidade de Curitiba em 2010. 

53 para-atletas de 7 países diferentes disputarão o ouro em 10 eventos oficiais. O primeiro dia será destinada aos jogos de simples.


Com a desistência dos americanos, indianos e alguns brasileiros, este internacional apresenta a segunda pior participação do ano, ficando a frente somente do Internacional da Uganda (que foi a primeira experiência de implantar a modalidade naquele continente). Em uma postagem posterior realizaremos uma análise mais aprofundada.

EVENTOS:


WHEELCHAIR SIMPLES MASCULINA


As classes Wheelchair's masculinas acontecerão de forma absoluta (juntando a classe WH1 + WH2). São 15 para-atletas divididos em 4 grupos:

No grupo A, o Brasileiro Rômulo Soares (6º do ranking mundial) é o favorito para passar em primeiro do grupo, deixando para a partida entre o sergipano Sérgio Santana e o brasiliense Carlos Hessel a decisão para ver quem se classificará em segundo do grupo.

No grupo B, Gabriel Jannini (vencedor da última etapa nacional de Parabadminton na semana passada) é o favorito.  Sera uma grande disputa pela segunda posição com uma pequena vantagem para o pernambucano Oswaldo Crema júnior.

Temos o Israelense Amir Levi (ex número um do ranking internacional) rivalizando com Rodolfo Cano. Os companheiros de clube José Ambrósio e Edmar Barbosa tentaram estragar a festa dos dois no grupo C.

Um grupo bastante equilibrado, o grupo D tem Marcelo Conceição (o único da classe wh1) com a difícil missão de vencer o peruano Miguel Matos e os brasileiros Júlio Godoy e Sivaldo de Souza.

* Obs: para ser oficial o evento deverá ter no mínimo 4 para-atletas de 3 países diferentes e infelizmente a classe wh1 só tem representantes de 2 países.

WHEELCHAIR SIMPLES FEMININA


7 para-atletas disputarão de forma absoluta e  foram divididas em 2 grupos

 
No grupo A, a brasileira Elisangela Santos terá duas "pedreiras" pela frente: a peruana Pilar Cancino e a suíça Sonja Hasler.

No grupo b, o favoritismo das finalistas da 3ª Etapa nacional de Parabadminton, Daniele Torres e Maria Gilda dos Santos devem se confirmar, naquela ocasião Daniele Torres terminou vitoriosa.

* Como nem a classe WH1 e nem a WH2 conseguiram atender as exigências sobre validação de eventos, as duas classes terão que jogar juntas.

STANDING SIMPLES SL4


14 para-atletas de classes diferentes (SL3 e SL4) e de ambos os gêneros também disputarão de forma absoluta, isso trará grande desvantagens aos para-atletas das classes SL3. Todos foram divididos em 4 grupos



Acredito  que o gênero masculino levará vantagem sobre a para-atleta Daniele Araújo.











Breno é o favorito em ficar com a primeira vaga.



Leonardo Zuffo mesmo sendo da classe SL3 tem possibilidades em avançar de fase.



O Peruano Pedro Pablo de Vinatea (classe Sl3) deverá passar de fase junto com o para-atleta alemão.

* O evento será absoluto por que nem a SM SL3, SM SL4, SF Sl4  conseguiram atingir as exigências do regulamento.

STANDING SU5 INDIVIDUAL

Esta classe também será realizada na forma absoluta, com a junção entre para-atletas dos dois gêneros. 9 para-atletas foram divididos em 3 grupos.


Acredito que o vice campeão mundial, o polonês Bartlomej e o brasileiro Geraldo Oliveira passarão para a próxima fase respectivamente.



Neste  grupo a força masculina deve fazer a diferença no resultado, a aposta fica sobre Eduardo Oliveira e Ricardo Cavalli.


Acredito que seja o grupo mais equilibrado, Cintya provavelmente tentará se impor sobre os demais adversários.

* Obs. Para atender as normas do evento, a competição teve que juntar homens e mulheres em um mesmo evento.


STANDING SS6

8 para-atletas do gênero masculino e feminino foram divididos em 2 grupos.


Neste grupo os brasileiros são os favoritos, destaque para Victor, ouro no internacional de Lima 2017.


Grupo  muito equilibrado, com favoritismo para o peruano hector Jesus Tunque.


Para acompanhar os jogos, segue o link:















Hoje é o segundo dia de competição do 2º INTERNACIONAL DE  PARABADMINTON DO PERU , o Brasil se faz representado por 26 para-atletas de 9 estados brasileiros: DF (10), PR (5), SP (3), PE (2), SE (2), PI (1), RJ (1), SC (1) e AM (1). São 18 para-atletas do gênero masculino e 8 do feminino. Além dos 26 para-atletas, temos 5 técnicos, um árbitro internacional e a presença do coordenador do parabadminton brasileiro.

Somos junto com o Japão a maior delegação da competição, temos diversos para-atletas entre os 10 melhores do mundo neste torneio, porém ATÉ O MOMENTO NÃO HÁ NENHUMA MATÉRIA SOBRE A NOSSA PARTICIPAÇÃO NO SITE DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BADMINTON-CBBd.



No dia de ontem (08/03) foi realizado 2 postagens conforme print a abaixo
Observem que falam do mundial da Coréia do sul que acontecerá no final de novembro e do projeto Agitos, onde há uma referência ao internacional, porém quem lê a matéria (LINK AQUI) chega a conclusão de que o país somente está participando com 7 para-atletas, 1 técnico e um administrador e só conseguiu viabilizar a sua participação graças ao projeto e as parcerias.


Além de nem citar os demais para-atletas e técnicos que participam com recursos próprios a postagem contém informação incorreta e desatualizada, visto que constam os nomes de Roberto Carlos Barbosa (DF) e Maria Rayane Lúcia da Silva (PE) que NÃO ESTÃO PRESENTES NO TORNEIO e deixaram de fora Osvaldo Crema Júnior (PE) que se faz presente na competição e inclusive pelo projeto "Agitos"

Uma matéria parecida foi divulgada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro-CPB  e entendo que a intenção seja valorizar o importante suporte financeiro da fundação Agitos, respeito isso e é importante reconhecer esta ação, porém diante da necessidade de mais visibilidade, nos sentimos frustrados nesta questão, neste caso com a Cbbd.




Estamos com certeza perdendo uma excelente oportunidade de mostrar para o CPB e para a comunidade do movimento paralímpico a nossa força, é inegável que uma delegação com 26 para-atletas tenha mais peso do que somente 7 (isso é obvio não?) e com a visibilidade e credibilidade que o Comitê possui seria uma oportunidade impar.

A relação correta da delegação é:

 A delegação brasileira é representada por:

WH1:  Marcelo Conceição (DF), Rodolfo Cano (SP),  Gabriel Jannini (SP), Carlos Rodrigues (DF) e Oswaldo Júnior (PE);
Elisângela Santos (SE), Auricelia Freitas (PI) e Danielle Torres (DF)
WH2: Rômulo Soares (DF) e José Ambrósio Neto (DF)
Maria Gilda dos Santos (SE)
SL3: Renan Rosso (PR), Leonardo Zuffo (PR) e Serafin Marcelo (DF),
Cássia Araújo (DF)
SL4: Breno Johann (PR) e Rogério Oliveira (SP)
Danielle Carvalho (DF), 
SU5: Geraldo Oliveira (DF), Genivaldo da Silva (DF), Eduardo Oliveira (RJ) e Ricardo Cavalli (SC)
Mikaela Almeida (AM) e Cintya Oliveira (PR), 
SS6: Vitor Tavares (PR)
INE: Leonardo Douglas (PE)
 TÉCNICOS: Fábio Bento (PR), Maiara (SP), Letisson Samarone (DF), Cláudia Carvalho (DF) e Bruno de Paula (DF)
Árbitro Internacional: Hilton Fernades (SP)
COORDENADOR DO PARABADMINTON: José Artur Nogueira (PI)


Reincidência:

Olhando o print do início da postagem verificamos a apresentação do campeonato Universitário Paralímpico, porém a postagem só foi realizada após cobranças dos para-atletas em um grupo de um aplicativo em que eles cobravam pelo menos um texto. Neste período a postagem já obteve alterações.

No mês passado o para-atleta Marcelo Conceição conseguiu uma medalha incrível no Internacional de parabadminton da Irlanda, porém só foi realizada uma pequena postagem após seguidas cobranças e dias depois do final da competição, durante o processo nada foi comentado pela CBBd e nem mesmo este resultado foi apresentado ao Comitê Paralímpico Brasileiro.





Começa hoje (03/08/2017) as  9 horas (horário local) e as 11 horas no Brasil o segundo Campeonato Internacional de Parabadminton do Peru na cidade de Lima, o torneio conta com a participação de 121 para-atletas de 14 países diferentes entre eles 26 brasileiros.  Brasil (26), Japão (26) e Peru (24) representam 60% do total de inscritos e os para-atletas do continente são a grande maioria.


A equipe brasileira é composta por 10 para-atletas convocados pelo projeto Agitos, uma  do projeto de Fundos para a Participação feminina e por15 com custeamento próprio. O projeto Agitos é do Comitê paraolímpico Internacional que tem o objetivo de desenvolver o esporte para pessoas com deficiência. A Bwf arcou com todos os gastos de para-atletas femininas para participarem das competições. Infelizmente não houve projetos da Cbbd.

A delegação brasileira é representada por:

WH1:  Marcelo Conceição (DF), Rodolfo Cano (SP),  Gabriel Jannini (SP), Carlos Rodrigues (DF) e Oswaldo Júnior (PE);
Elisângela Santos (SE), Auricelia Freitas (PI) e Danielle Torres (DF)
WH2: Rômulo Soares (DF) e José Ambrósio Neto (DF)
Maria Gilda dos Santos (SE)
SL3: Renan Rosso (PR), Leonardo Zuffo (PR) e Serafin Marcelo (DF),
Cássia Araújo (DF)
SL4: Breno Johann (PR) e Rogério Oliveira (SP)
Danielle Carvalho (DF), 
SU5: Geraldo Oliveira (DF), Genivaldo da Silva (DF), Eduardo Oliveira (RJ) e Ricardo Cavalli (SC)
Mikaela Almeida (AM) e Cintya Oliveira (PR), 
SS6: Vitor Tavares (PR)
INE: Leonardo Douglas (PE)
 TÉCNICOS: Fábio Bento (PR), Maiara (SP), Letisson Samarone (DF), Cláudia Carvalho (DF) e Bruno de Paula (DF)
COORDENADOR DO PARABADMINTON: José Artur Nogueira


O dia começou com as classificações oficiais e tivemos  para-atletas com suas classes funcionais modificadas

Oswaldo Júnior  antes  WH2 e agora WH1.
Elisângela Santos antes WH2 e agora WH1.
José Ambrósio Neto, antes WH1 e agora WH2.

Os demais tiveram as classes confirmadas com exceção da ilegibilidade do para-atleta Leonardo Douglas que antes era da classe SL4 e agora não poderá jogar ate passar por outra classificação.


 Acredito que a delegação japonesa (que será sede do próximo internacional) deverá ser a nossa maior concorrente.




 Tivemos também a conferência de impressa com a fala de representantes da BWF, Panam, Federação Peruana e Comitê organizador dos jogos Parapan-americanos 2019.



Para acompanhar os jogos LINK 

Obs:  Até o momento do fechamento desta matéria nenhuma postagem do evento foi realizada no site da CBBd.











De 22 a 25 de Junho de 2017 aconteceu o internacional de parabadminton da Irlanda na cidade de Dublin, este foi o 5º torneio do ano e a competição contou com a participação de 132 para-atletas de 26 países, divididos da seguinte forma:



Vale ressaltar a quantidade de para-atletas ingleses: 20 ao todo, correspondendo a 15% do total de inscritos de todo o torneio,  é uma quantidade incrível de participantes ressaltando que os ingleses conseguiram manter a média  do internacional da Espanha onde a Inglaterra participou com 21  e depois caiu e muito o número no internacional da Turquia com somente  dois representantes.  França (12.8%) e Alemanha (9.9%) são os outros países com mais competidores, o Brasil participou com 2 para-atletas:Marcelo Conceição e Carlos Rodrigues ambos da classe WH1 e representantes do Distrito Federal.

Fora do continente europeu a Tailândia levou 9 para-atletas (quantidade expressiva visto que o último internacional foi neste país) e Canadá com 5, este último é representante da Panam e começou a trabalhar com o parabadminton a pouco tempo e demonstra ter um trabalho mais organizado que o nosso.



Dos 26 países, 21 voltaram para casa com medalhas nas bagagens. No quadro geral (modelo olímpico ) os Tailandeses com 5 ouros foram os melhores, seguidos pelos sul-coreanos (3) e os franceses com 2,5. Lembramos que quando uma dupla é formada por dois países diferentes vai 0,5 para cada.


Quando consideramos por total de medalhas independente se foi ouro, prata ou bronze, os franceses se igualam aos  Tailandeses com 11 medalhas ao todo, a Inglaterra com 0,5 medalhas a mais que a Alemanha que teve 10 ficam na terceira e quarta posição consequentemente. Brasil fica em 17º.




DESTAQUES:

A para-atleta Amnoury Wetwithan (THA) voltou para casa com 3 ouros na bagagem, simples, dupas e mistas. Os Sul Coreanos Sam Seop Lee e Kyung Hoon Kim ficaram com ouro na simples e nas duplas. Entre os Standing's, o francês Lucas Manzur (SL4) também ficou com 2 ouros a mesma quantidade da Tailandesa Nipada Seangsupa (ouro duplas e mistas).

Ao bronze do brasileiro Marcelo Alves Conceição.



Para verificar as fotos do evento:

LINK DO EVENTO AQUI..
https://www.facebook.com/pg/badminton.ireland/photos/?tab=album&album_id=1478548575541982

Classes Wheelchairs:

Nos eventos Wheelchair's Tailândia (3), Coreia do Sul (3) e Suíça (1) foram os melhores consequentemente e também foram os únicos que conseguiram medalhas de ouro.




MS WH1


Tivemos 19 para-atletas de 10 países: ALE (2), BRA (2), ESP (1), FIN (1), FRA (3), ING (3), IRL (2), KOR (2), RUS (2) e THA (1).  Dos 6 melhores do mundo só não estava presente o 3º ou seja, uma competição de altissimo nível.

O francês David Trope não conseguiu terminar o jogo da final devido a uma lesão no cotovelo que o fez ter que abandonar o jogo e com isso o sul coreano Sam Seop Lee (atual lider do ranking) ficou com o ouro.


O brasiliense Marcelo Conceição caiu nas quartas-de-finais para o alemão Thomas Wandschneider (que terminou em 3º) e Carlos Rodrigues não conseguiu passar da primeira fase em um grupo muito difícil (do campeão da competição).


Resultado final:




WS WH1


A Classe teve 12 para-atletas  de 10 países diferentes { ALE (1), AUS (1), BEL (1), CAN (1), ESP (1), FIN (2), IRL (1), IRS (1), SUI (2) e THA (1) . A para-atleta Karin Suter-Erath (SUI) venceu a competição e se distânciou na ponta do Ranking, suas maiores adversárias as chinesas  Ping Wang (campeã mundial  segunda do ranking)  e a Li Hongyan  e a sul-coreana Son Ok Cha [2ª] não participaram, facilitando a vida de Karin. A medalha de prata ficou com a tailandesa Sujirat Pookkham (4ª do ranking mundial).

Resultado final:





MS WH2


Com 15 representantes de 13 países {ALE (1), CAN (1), ESP (1), FIN (1), FRA (1), HOL (1), HOK (1), ING (2), ISR (1), ITA (1), KOR (1), SUI (2) e THA (1)} e com a presença dos melhores do mundo a luta por medalhas foi bastante acirrada com o sul coreano Jungjun Kim (1º no ranking mundial) vencendo o para-atleta de Hong Kong Ho Yen Chan na final. O Canadense Bernard Lapointe  ficou com o bronze junto com o inglês Martin Rooke.

Resultado final:



WS WH2


Somente 07 para-atletas de 06 países participaram desta classe, {ESP (2), ESC (1), FRA (1), ING (1), RUS (1) e THA (1)} A thailandesa Amnoury (número 1 do ranking internacional) teve vida fácil pois as suas maiores concorrentes as turcas Emine Seckin [2] e Narin Uluc [3] e  as sul-coreanas Ae Lee Sun [4] e Yeon Sim [6] não participaram da competição, a segunda melhor colocada era a francesa Emmanuelle Ott, nona no mundo.


Resultado final.


Classes Standing's:

Os Franceses foram os melhores entre os Standings.



MS SL3
Foram 16 para-atletas de 8 países { ALE (1), BEL (2), ESC (3), ESP (1),  FRA (5), IND (2), ING (2) e THA (1).  Os 4 melhores ranqueados não participaram da competição, com isso o 10º do ranking internacional, o indiano Kumar Nitesh venceu o  francês Matheus Thomas [4º] na final.

Resultado final:


WS SL3
Não houve competição, as para-atletas jogaram junto com as classes SL4 e SU5.

MS SL4
Com 22 para-atletas de 12 países { ALE (5), CAN (1), ESC (2), FRA (1), HOL (1),  IND (1), ING (3), IRL (2),  GUA (1), RUS (2), SUE (1) e THA (1)} realizaram uma competição de altíssima qualidade, com os melhores do mundo participando, o nível foi tão alto que o guatemalteco Raul Anguiano [8º] pela primeira vez não conseguiu passar pela fase de grupos.
Resultado Final:
MS SU5
Somente 8 para-atletas participaram do torneio representando 7 países:  ALE (1), FRA (1), GAL (1), IRL (2), ISR (1), HOL (1) E SIN (1). Os brasileiros desta classe perderam uma grande oportunidade em subirem nos seus rankings.  Os sete primeiros do ranking internacional não participaram do torneio, o para-atleta de Singapura [8º do mundo] venceu o francês Meril Loquete [9º] na final.
Resultado final:
SW SL4 + SU5
Tivemos 10 representantes de 7 países { ALE (1), ESC (1), FRA (3), HOL (1), ING (1), RUS (1) e THA (2),   e a competição ocorreu de forma ABSOLUTA (juntando as classes).
Para-atletas:
SL3: Catherine Naudin – FRA ; Darunee Henpraiawan – THA ;
Sl4: Veronique Braud – FRA; Faustine Noel – FRA; Nipada Seangsupa – THA;  Natalia Iaremchuk – RUS; Katrin Seibert – ALE; Mary Margaret Wilson – ESC.
SU5: Megan Hollander – HOL; Abbigale  Richards – ING.

Resultado Final:
MSSS6



15 para-atletas de 10 países { ING (4), HOK (2), CAN (2), USA (1), ESC (1), IRL (1), RUS (1), FRA (1), PER (1) e THA (1) } realizaram uma competição de grande nível técnico, com a presença de dois canadenses, um américa e outro peruano essa foi a classe com a maior quantidade de para-atletas Panam.

Resultado final


WS SS6

5 para-atletas de 4 países [ ING (2), IRL (1), ESC (1) e USA (1)] possibilitou a realização em um grupo único de um torneio válido.

Resultado Final:


DUPLAS



MD WH1-WH2

15 duplas  foram divididas em 4 grupos, os melhores do mundo estavam presentes e isso só valoriza a conquista do brasileiro MARCELO ALVES CONCEIÇÃO do Distrito Federal que fez duplas com o canadense Bernard Lapointe e conseguiu o Bronze. 

Esse é a segunda medalha brasileira em internacionais realizados na Europa, a primeira foi no internacional da Espanha em Palma de Mallorca, naquela ocasião Gabriel Janinni fez duplas com um para-atleta turco e também conseguiu um Bronze.
O que dá mais peso nesta medalha é a quantidade de duplas e a posição no ranking dos para-atletas presentes.

Resultado Final:

WD WH1-WH2
8 duplas disputaram este evento, as Tailandesas venceram a final 2x0 [21-8 21-10] sobre a dupla as Suíça.

Resultado Final:

MD SL3-SL4
A grande quantidade de duplas (17) valorizou a conquista dos franceses que venceram os Tailandeses na final (21-15 22-20).
Resultado Final

WD SL3-SU5

Somente 4 duplas competiram e as Tailandesas foram as vitoriosas. 
Resultado Final:

MD SU5

Somente 6 duplas lutaram pelo ouro e dupla formada por FRA e GAL saíram vencedores sobre os russos em um jogo emocionante disputado ponto a ponto (28-30, 21-19, 23-21).
Resultado final:

MD SS6

Como não foi possível acontecer a competição de duplas femininas, elas foram unidas as duplas masculinas e com isso tivemos 10 duplas ao todo desta classe. A dupla de Hong Kong venceu os favoritos ingleses.

Resultado Final:



MISTAS


XD WH1-WH2


Foram 21 duplas e entre elas Marcelo Conceição e a espanhola Esther Torres, eles passaram da primeira fase e perderam nas oitavas para os semifinalistas Rick Hellmann/Elke Rongen (Ale) por 2x1 (32-21, 21-23, 21-17). 

Resultado final:

XD SL3-SU5

Tivemos 9 duplas.

Resultado final:


XD SS6

Realizado em um grupo único com 5 duplas, os ingleses conseguiram ouro e prata. O peruano Hector Jesus Tunque ficou com o bronze. A dupla americana ficou em 5º.

Resultado final: